Família...

 



À guisa de encerramento, cabe um agradecimento à minha família nuclear: minha mãe, Regina; minha irmã, Tânia, meu cunhado, Bill e meus sobrinhos e afilhados Gabriela e Pedro.
Foram os  que mais sofreram junto comigo nas intensas crises. Que, eventualmente, podem ocorrer novamente porque os transtornos mentais, de forma geral, não têm cura. O afetado vai ter que lidar com eles a vida inteira, pelo menos, até o presente estágio da ciência médica. O apoio dos mais próximos é fundamental nos momentos em que estamos mais fragilizados. Sem eles, provavelmente, eu não teria superado muitos dos episódios críticos. E eu tive, graças a Deus, este apoio.





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